segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Creio que descobri o Objetivo final do feminismo


Digo do feminismo e não das feministas, pois aqueles cabeças-de-vento dificilmente saberiam a que elas estão servindo.
O feminismo está se impondo pelo mundo com tal força que é mais que provável que esteja sendo impulsionado por poderes muito acima de qualquer movimento que se diga feminista. Nas condições atuais uma engenharia social dessa envergadura só poderia estar sendo imposta pelo poder real, a saber: o capitalismo multinacional globalizado (as 500 empresas que dominam o mundo e as poucas milhares de famílias que as controlam).
O que eles querem?

Tudo indica que eles querem uma SOCIEDADE DE INDIVÍDUOS. Algo que não seria propriamente uma sociedade, mas uma multidão de indivíduos indistinguíveis uns dos outros, ganhadores de dinheiro. Para conseguir isso é necessário destruir as instâncias intermediárias e fidelidades tradicionais que constroem personalidades individuais que não são do tipo almejado: família, religião, pátria, ideologias. O objetivo é conseguir construir o HOMEM ECONÔMICO TOTAL, sem personalidade própria e sem valores. O homem moderno do ocidente, apesar de viver no capitalismo e o apoiar não tinha tais características. Eles era dominado por formas mentais que, para as elites econômicas transnacionais (digamos, dos anos 50) eram irracionais e supersticiosas: a moral, as relações de vizinhança, a estrutura familiar semi-patriarcal, o patriotismo. Para poder utilizá-lo até o limite, era preciso destituí-lo de todas essas (na opinião deles) excrescências.
Pode-se observar, a partir de então, uma série de acontecimentos e movimentos aparentemente desconexos entre si mas cujo resultado foi cada vez mais o DESENRAIZAMENTO do homem das formações (entendidas como) atrasadas.
A rebelião da juventude, o feminismo, o movimento homossexual, a globalização, o neoliberalismo. Todos esses movimentos levam a uma cada vez maior relação apenas com o dinheiro, sem as formas intermediárias que a elite mundial considera que estão atrapalhando a forma racional de utilização desse insumo (o homem). Só para ficar num exemplo: até os anos 60 quase a metade da população ficava em casa cuidando de crianças SUBUTILIZADA economicamente e isso fazia com que o preço da outra metade fosse abusivamente alto; hoje 100% estão no mercado de trabalho, por um preço menor do que um de antigamente. O mesmo ocorre com os países. Essas fronteiras criadas pela história humana levavam à subutilização das potencialidades econômicas, impedindo a livre movimentação de capitais e mercadorias. As culturas locais também tornavam difícil o trabalho (por exemplo) da publicidade tornando ineficiente o dispêndio de capital. E assim sucessivamente.
O marxismo foi um dos instrumentos utilizado pelas elites mundiais nesse processo. O marxismo imagina um homem econômico material, sem estruturas internas. Tudo o que não for capital e $$$ para o marxismo é formação mental pré-capitalista e deve ser extirpado, como o foi na URSS, nem que seja necessário matar milhões de seres humanos.                         
O inumano desprezo pela dor humana está presente já na obra de Marx e não foi à toa que tanto sangue foi produzido pelos regimes por ela inspirados.

Hoje o neoliberalismo tem o mesmo fascínio por processos econômicos incontroláveis e o mesmo desprezo pelo sofrimento humano.
 Aonde eles querem chegar?
Eles querem criar uma sociedade amorfa, SEM ESTRUTURAS INTERNAS, seminômade, constituída por indivíduos sem personalidade individual distinguível, intercambiáveis uns pelos outros e unicamente buscadores compulsivos de dinheiro. Sem família, sem pátria, sem religião, sem cultura (ou com uma única). Sobre essa massa governaria uma pequena elite tecnicamente ultra-desenvolvida que poderia fazer com ela (a massa) tudo o que quisesse. Não haveria dor que essa massa não pudesse suportar.
Certas coisas são partes colaterais desse grande plano. Uma delas é manter essa massa permanentemente dopada com ansiolíticos, drogas (que se finge combater cinicamente) e sexo, sempre prometido e sempre fugidio. Na minha classe, a classe média alta - a mais próxima do que um dia todas serão-, quase ninguém mais dorme sem estar dopado; é a coisa mais engraçada vê-los trocando receitas de antidepressivos entre si. Outra coisa é a hipertrofia do aparato repressivo e a crescente violência dele. É espantoso, por exemplo, o aspecto da polícia dos EUA, verdadeiros armários de cabeça raspada e com armamento de guerra. Provavelmente uma das coisas que se quer criar é uma insegurança crônica nas massas e um sentimento de impotência.
Essas foram reflexões que eu fiz hoje pela manhã . Não tenho nenhuma dúvida de que elas vão no sentido correto.
 Por Gengiskhan Temujin


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