terça-feira, 13 de setembro de 2011

A Honra de Ser Homem.


Senhores, fomos agraciados pela natureza com um presente precioso a overdose de TESTOSTERONA e devemos ter orgulho de demonstrar isso a cada segundo de nossas vidas.
O hormônio testosterona é o motor responsável pela evolução dos humanos. É responsável pela força, pela agressividade, pelo ímpeto, enfim pelo tesão do homem pela vida, pela luta e pela mulher.
Aquilo que os feministas chamam de amor nada mais é que altas doses de testosterona necessitando de dispersão.


Esse romantismo inventado por "artistas" e a nós ensinado pela sociedade é uma fábula de mau gosto e cientificamente ridícula. Qual o órgão do corpo humano que produz o amor? Nenhum senhores, o cérebro é uma usina eletroquímica, o coração  é uma bomba para líquidos. Nossa sociabilidade é produto de séculos de civilização de colocar freios em nosso hormônio. Senhores, frear os hormônios tem um limite, a agressividade, a vontade e o desejo  gerados pela testosterona devem ser "utilizados”   sob pena de nos tornarmos meio homem, aquela figura decorativa e triste de um leão no zoo.
Homem tem que ser homem e dar vazão a testosterona dentro dos limites que a civilização impõe. Sem a testosterona nem as guerras necessárias teriam acontecido, nenhum progresso cientifico teria ocorrido. Quem são os guardiões desse excesso de hormônio criativo? Nós homens, e temos de nos orgulhar disso, não como alguns fazem de ressaltar que possuem um lado feminino, lado feminino é progesterona que para o homem não tem utilidade nenhuma. Senhores mesmo com o bombardeio da sociedade feminilizada querendo domesticar a testosterona não podemos nos dobrar e devemos com honra dizer: Somos homens com testosterona e é esse hormônio é que faz a diferença entre um homem e uma caricatura.

A principal energia que movimenta o planeta não é atômica, nem solar, nem  petrolífera, nem eólica, nem tampouco proveniente de usina talasselétrica,  todas essas energias são geradas em usinas construídas a base de testosterona masculina ou seja todas essas energias são subprodutos de nossa testosterona. Nota-se uma campanha de massa para desmoralizar o sexo masculino e tornar o homem um ser assexuado, fraco, inútil e em contrapartida fazer da mulher um super-ser, fundamental para o desenvolvimento e mais humana nas decisões. Nós sabemos que isso é uma inverdade, que a testosterona masculina é a força fundamental do planeta. Qual o motivo que leva então o homem a acreditar na propaganda que informa a ele a sua incapacidade, sua fraqueza , sua devida submissão? A explicação possível é:   
“Subestimamos  o inimigo” No livro A Arte da Guerra, Sun Tzu nos ensina que esse é um erro fatal.
E pior que subestimar é:  Não conhecer o inimigo. Dessa forma para Sun Tzu a guerra está perdida. Pois é Senhores quem são verdadeiramente os inimigos do HOMEM, e qual é o seu poder? Se pudermos responder essas duas perguntas com absoluta certeza, estaremos dando um grande passo para uma luta mais justa.
Vejam as perolas escritas por inocentes úteis em foruns. Mentiras que muito repetidas viram verdades na cabeça dos tolos.
Hailey disse:
10/06/2011 às 9:59
“A noção de sexo frágil é construída, posto que a ciência parte de uma premissa falsa: a de que homens e mulheres são diferentes. A noção de que gênero é uma realidade social/pragmática e não biológica, mesmo que a ciência queria desesperadamente manter a noção heteronormativa de gênero. Tanto isso é verdade que pessoas transexuais são vistas como doentes mentais (ver CID e DSM-IV) sem embasamento nenhum.”
A “ciência” para o Marxismo Cultural só interessa quando comprova suas teses e premissas falsas. Dizer que homens e mulheres são iguais nem o filho de 3 anos do meu vizinho consegue essa proeza. É como dizer: A mulher não corre 100 m rasos mais rápido que o homem por “Engenharia Social” .
Essas mentiras vão sendo espalhadas e não são contestadas por medo de parecermos conservadores. Senhores a verdade é conservadora, quem tem compromisso com a mentira é o Marxismo Cultural e maldito seja.

Por Gizeh Reis


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