terça-feira, 13 de setembro de 2011

A solução é mesmo o marriage strike


As mulheres JÁ declararam guerra. Essa é que é a verdade. Elas querem os nossos empregos, os nossos cargos, querem tudo (como elas mesmas dizem na cara dura). Elas FORAM À LUTA (ou seja, à guerra contra nós) nos anos 70, atacaram na jugular. Em nenhum momento elas negam que farão tudo que puderem para roubar os nossos empregos e as nossas promoções. Para isso elas usarão o que for preciso. Sentarão seus rabos na cadeira por horas e horas (elas são naturalmente projetadas para tarefas repetitivas, o que era, antigamente, canalizado para o tricô e coisas semelhantes), farão provas e passarão. E, nas empresas, circularão sem cessar em torno dos empresários e gerentes, sempre sorridentes e insinuando que poderão lhes dar algo mais. Assim elas conseguirão, como já estão conseguindo, ser promovidas antes dos homens, apesar de não fazerem nada de útil.


Agora, chama a atenção a resposta masculina a isso tudo. Não apenas os homens não estão levando a mal como ainda estão gostando e, inclusive, casando com elas. Estão, literalmente, dormindo com o inimigo. Certamente os manginas vagabundos ficam felizes com dois contracheques em casa. ISSO É TUDO O QUE AS FEMINISTAS QUEREM. Porque o casamento é de extrema importância para as mulheres. Se elas se derem bem no emprego, mas ficarem solteiras, para elas o fracasso será total. Assim como o sexo é (quase) tudo para o homem, o casamento é tudo para as mulheres, as que não conseguem são consideradas pelas demais como completamente fracassadas (e por si mesmas também).
Assim tem um jeito fácil de dar o troco no:
SUPER TAPA NA CARA que as mulheres deram em nós dos anos 70 prá cá. É só não casar. Aí o castigo vem a cavalo prá elas.
Aos 25 anos elas se sentem poderosas e dizem até que não querem casar nem ter filhos, pois isso irá atrasar as suas sacrossantas carreiras. Mas isso já então é mentira e elas sabem. Só que acham que tem mais uns 10 anos prá roubar os empregos dos homens e se acabar (sábado à noite) na balada, dando toco nos matrixianos e chupando os cafajestes (lá no escritório ela já está no harém de um cafajeste, e adora).
Quando começa a passar dos 35 anos elas começam a ficar alarmadas. O relógio biológico indica que logo elas perderão a capacidade de dar cria. Aí elas ficam interessadas nos manginas matrixianos, que elas sempre desprezaram e debocharam. Vão atrás, ficam boazinhas, "amadurecem", começam a gostar de voce e até de coisas da casa. É tudo mentira para atrair o otário ao matadouro. Depois do casamento elas costumam ficar ainda mais carreiristas e lascivas. Traem o matrixiano com todos os cafajestes que lhes aparecer pela frente. Isso até se acabarem seus últimos encantos.
Portanto vamos ser implacáveis com as feministas
Nada de casar. O casamento é contra a natureza masculina, é praticamente uma jaula para a libido e todos sabem que a esposa não gosta de fazer sexo com o marido. GASTOS, BEBÊ CAGADO, CHIFRES E NADA DE SEXO: isso é o casamento. Antigamente ainda havia a compensação de que o lar era uma espécie de "refúgio do guerreiro", um lugar tranquilo para você relaxar de um mundo competitivo e aonde você era o centro das atenções. Não era grande coisa, mas até isso foi perdido. Hoje os manginas matrixianos além de encararem competição no trabalho, encontram outra guerra em casa: eles sabem (ou deveriam saber) que quando eles passarem a ganhar menos do que a mulher (principalmente se isso for visto por ela como definitivo) o tratamento que eles recebem delas vai piorar ainda mais e os chifres vão aumentar.
PORTANTO NADA DE CASAR
Com ninguém. Nenhuma mulher vai jogar limpo e dizer o que quer casando com você, pelo contrário, vão sempre fazer carinha de mulher-exceção e mentir. 

Quando elas chegam aos 40 sem casar, o castigo vem.
Elas ficam depressivas, choram à toa, dormem apenas com drogas, se descuidam, ficam sujas e fedorentas. Passam a andar de bar em bar "à procura de um grande amor". Lá elas são enganadas toda noite pelos caçadores de sexo gratuito, mas voltam sempre para serem enganadas de novo. Entopem-se de ansiolíticos e drogas. Tentam se matar (mas geralmente não é prá valer, é só um meio de conseguir atenção).
Em resumo, a vida delas se transforma num inferno: é isso que elas merecem  Vamos dar isso a elas.

Por Gengiskhan Temujin

“Mergulhadas em suas exigências infinitas, morrem à janela, contabilizando as horas, contemplando o próprio reflexo.” Luis Felipe Pondé"

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